Oração e vida

Rezar, eu rezo.

Ou pensava que rezava….

Até o dia em que, de tanto ouvir o Pe. Toninho falar que tínhamos que rezar para nossos inimigos, comecei a rezar para vcs sabem quem….

e para seu companheiro e, também para  seus filhos (criancinhas inocentes) e, sinceramente, minha vida, em relação a eles, mudou.

Não sei exatamente em quem momento o que eles faziam deixou de me atingir.

Ou se eles pararam de fazer o que me atingia antes, porque nunca mais procurei saber qualquer “a” sobre eles.

É verdade que isso não quer dizer que o problema não exista, que não continuaram dar trabalho, mas, sinceramente, aquilo tinha virado uma doença. Com sofrimento. É verdade que também me diverti um pouco, com as trapalhadas e bobagens que aconteciam, mas o desgaste foi maior do que a diversão.

O que incomoda é que, sempre penso que o que aconteceu serviu de lição, afinal de contas, tem processo, condenação, multas, mas isso não ocorre. O tempo de trégua/paz não foi grande. Já começaram as falcatruas novamente.

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