Boneca Tagarela….bom, poderia ser a Raquel, a Thais, eu, enfim, qq semelhança….

A proposta deste final de semana com feriado prolongado, foi esta aqui:

Fazer uma mudança.

Ir à missa.

Remar em comemoração ao Halloween.

Confeccionar uma boneca que fala.

Cuidar e passear com Murilo.

Até, agora, missão cumprida. E, comprida tb.

Demos muitas risadas com as bruxinhas e bruxinhos, companheiros de bruxarias.

Murilo, independente, do alto dos seus dois anos e oito meses, quer fazer tudo, ajudar em tudo, mexer em tudo.

A criação da boneca, segue moldes que podem ser adaptados livremente. Cabeça de um, corpo de outro, etc.

As roupinhas, retalhos, tecidos e aproveitamento.

Com Marcela Guerra – Coletivo Sítio do Astronauta.Espaço de Tecnologias e Artes

“A Oficina “Boneca Tagarela” consiste em uma atividade que os participantes são convidados a construir suas Bonecas. Porém entre panos e linhas surge um circuito integrado baseado em isd1820 com microfone embutido que pode gravar e reproduzir um áudio de até 10s. Surge assim uma Boneca Tagarela! ” https://www.facebook.com/media/set/?set=a.591969620953446.1073741836.537150776435331&type=3

Aqui, a prova: https://br.pinterest.com/verahl/feltro-felt-feutre-filz/

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Livro em Feltro com Led

  • Esta atividade faz parte da

    Ateliê Costura: cada ponto aumenta o conto – Criatividade e experimentação no universo da costura.

  • +A
Relembrar um passado sem energia elétrica, ou mesmo se lembrar daqueles que vivem ainda hoje sem ela, é o ponto de partida para uma atividade lúdica e reflexiva sobre a presença da tecnologia em nossas vidas.
Através de colagem e costura em feltro, as famílias são guiadas a reflexão: onde há luz além da luz? Essa reflexão busca valorizar elementos cotidianos para além dos estímulos da tecnologia ao qual a criança é exposta. Através de linhas de costuras condutivas ligadas à bateria, esses LEDs são acesos, revelando a luz própria de cada elemento/personagem.
Assim pais e filhos podem costurar em feltro uma realidade imaginada sobre a vida sem energia elétrica, que resulta em um pequeno livro eletrônico e artesanal para cada participante. Com Marcela Guerra – Coletivo Sítio do Astronauta.Espaço de Tecnologias e Artes
O trabalho está aqui: https://www.pinterest.com/verahl/livro-em-feltro-com-led/
A historinha contada no meu livrinho, basicamente é sobre a vinda de um bebê na família.
O exame positivo, a luz que virá, o quartinho preparado.
O nascimento do bebê, dar à luz, literalmente, e com o bebê no colo, sua mãe entoa cantigas de ninar.
O batizado, o nascimento pela água. Luz da vida. Jesus Cristo.
O aniversário e a magia das velinhas sendo sopradas.
A escola, e a luz do conhecimento.
A praia, com a luz do sol.
E o Natal, simbolizado pela árvore, brinquedos e a estrela que brilha.

Dia dos professores – Oficina de estamparia contemporânea – com Marilucia Guilen

Ser habilidosa não é ser criativa, porisso, colocar em prática,  idéias, pensamentos, fatos, atos, em algo novo, é um desafio.

Ao menos, atendo a ele, desafio, e encaro, de frente. Como se pudéssemos encarar de costas….

E, isso acrescenta no meu dia-a-dia, o equilíbrio, ou a tentativa de me equilibrar, ou reequilibrar.

Basta um simples olhar para verificar que as pessoas estão mais violentas, agressivas e, se não prestarmos atenção a essa verdade, se não fizermos nada para estancar esses sentimentos, ficamos reféns da raiva, ciúme, mágoas, ressentimentos. Se meu tempo vai passando, impiedosamente, ao menos que eu o utilize da melhor maneira.

A energia criativa é uma realidade. Ela existe em nós e precisa ser extravasada. Ela pode gerar trabalhos lindos, aproveitamento de materiais descartados, roupas customizadas, comidas saudáveis e, muito prazer. O prazer de poder transformar um pedaço de pano, um fio de uma meada, um ingrediente. De olhar o produto final e se orgulhar dele.

Meu lema sempre foi: “Prefiro fazer à comprar”. Em contrapartida, os sentimentos de expansão, de transformação criativa, encontram também barreiras. Em nós mesmos. Para aprender é preciso estar disposto a sair do comodismo, a enfrentar as dificuldades, a aceitar os erros e a amar os resultados, independente deles….rs

Ensinar é ato de todos nós. Mas, tirar de um aluno um resultado criativo é obra de mestre.

Mesmo para os que pensam que nada sabem fazer, ou  ensinar. A energia criativa é uma troca.

Aproveitar as técnicas para obter peças únicas é saber agregar conhecimento, fazendo com que o resultado seja verdadeiramente uma arte.

Única. Mesmo que façamos uma série….

Então é isso. Hoje, aprendi bastante, sem ter feito quase nada. Vim pra casa com uma idéia pela metade e já sei, penso eu, no que ela vai se transformar. E, esperar a próxima aula, chega ser tortura…

Hoje, ao menos, lembramos de cantar parabéns para Marilúcia Guilen, nossa professora, criativa, disposta, disponível e paciente… pelo dia de hoje.

Então, tenha mais paciência, trabalhe sua criatividade, saia do comodismo, use sua energia para poder converter em vontade de transcendência, de transformação criativa.

Tudo e todos agradecerão: saúde, família, amigos.

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A toalhinha para refeições

O início: https://verahl.wordpress.com/2015/10/07/oficina-de-estamparia-contemporanea-estencil-ultima-parte-com-marilucia-guilen/

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Tecido pintado. Forro, linho. Meio, manta R1.

A sequência aqui: Tinha o material em casa. Forro, linho. Viés de algodão, comprado pronto. Justa

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Quilt livre à máquina.
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Colocação do Viés.
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Detalhe do zig zag para acabamento.
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Arremate invisível do viés, feito à mão.
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Parte de trás.
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Terminado. Já tem destino certo. Segredo….

Bolsa pronta – da estampagem à confecção.

A proposta foi estampar o tecido (algodão cru), depois de preparado, lavado, tirada toda a goma, sem qualquer adição de amanciante  etc e pintá-lo com os carimbos esculpidos em legumes. A escolha da maioria, foi a batata.

Estampado o tecido, dividido para os alunos, fiz a bolsa utilizando as técnicas de patchwork, como quilt de máquina, forração, colocação de mosquetão e fechos imantados.

Alças prontas. Reforço em cruz.

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Camisetas- unindo técnicas. Aqui Shibori -makiage.

A proposta foi usar a técnica shibori-makiage.

Shibori-makiage – uma técnica milenar de tingimento com reserva de tecido baseada em costuras e amarrações. Ponto de partida para referência: formas de frutas brasileiras.

Levei duas camisetas. Uma, comprei para a aula e outra, já fez alguns aniversários e eu não usava faz tempo.

A minha fruta foi o umbu. Como é uma fruta pequena, de caroço grande, fiz um molde bem grosseiro de um umbu cortado ao meio.

http://viajeaqui.abril.com.br/materias/umbu-fruta-de-resistencia 

E, risquei a camiseta branca na barra, na lateral esquerda e dispus alguns umbus para alinhavar.

Abaixo, o varal com as criações da turma.

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A vermelha é minha também. Fiz os alinhavos à volta da aplicação que já existia e Maria Cecília Herculano fez os outros alinhavos para mim. Ficou muito boa também.
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