Vasinhos de kalanchoes ganham imãs para decoração de superfícies metálicas

Fonte: Vasinhos de kalanchoes ganham imãs para decoração de superfícies metálicas

Estive em Holambra há dois meses apenas. Teria comprado um monte… Como não vi, talvez ainda não tivessem lançado mesmo, comprei para dar de presente, vasinhos com terra e bulbos de trevo quatro folhas para plantar.
Dei de presente para 9 pessoas, e fiquei com um.
Meus netinhos foram os últimos a plantar, há uma semana.
Pretendo escrever sobre os presentes, os escolhidos e o resultado.

Boneca Tagarela….bom, poderia ser a Raquel, a Thais, eu, enfim, qq semelhança….

A proposta deste final de semana com feriado prolongado, foi esta aqui:

Fazer uma mudança.

Ir à missa.

Remar em comemoração ao Halloween.

Confeccionar uma boneca que fala.

Cuidar e passear com Murilo.

Até, agora, missão cumprida. E, comprida tb.

Demos muitas risadas com as bruxinhas e bruxinhos, companheiros de bruxarias.

Murilo, independente, do alto dos seus dois anos e oito meses, quer fazer tudo, ajudar em tudo, mexer em tudo.

A criação da boneca, segue moldes que podem ser adaptados livremente. Cabeça de um, corpo de outro, etc.

As roupinhas, retalhos, tecidos e aproveitamento.

Com Marcela Guerra – Coletivo Sítio do Astronauta.Espaço de Tecnologias e Artes

“A Oficina “Boneca Tagarela” consiste em uma atividade que os participantes são convidados a construir suas Bonecas. Porém entre panos e linhas surge um circuito integrado baseado em isd1820 com microfone embutido que pode gravar e reproduzir um áudio de até 10s. Surge assim uma Boneca Tagarela! ” https://www.facebook.com/media/set/?set=a.591969620953446.1073741836.537150776435331&type=3

Aqui, a prova: https://br.pinterest.com/verahl/feltro-felt-feutre-filz/

Livro em Feltro com Led

  • Esta atividade faz parte da

    Ateliê Costura: cada ponto aumenta o conto – Criatividade e experimentação no universo da costura.

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Relembrar um passado sem energia elétrica, ou mesmo se lembrar daqueles que vivem ainda hoje sem ela, é o ponto de partida para uma atividade lúdica e reflexiva sobre a presença da tecnologia em nossas vidas.
Através de colagem e costura em feltro, as famílias são guiadas a reflexão: onde há luz além da luz? Essa reflexão busca valorizar elementos cotidianos para além dos estímulos da tecnologia ao qual a criança é exposta. Através de linhas de costuras condutivas ligadas à bateria, esses LEDs são acesos, revelando a luz própria de cada elemento/personagem.
Assim pais e filhos podem costurar em feltro uma realidade imaginada sobre a vida sem energia elétrica, que resulta em um pequeno livro eletrônico e artesanal para cada participante. Com Marcela Guerra – Coletivo Sítio do Astronauta.Espaço de Tecnologias e Artes
O trabalho está aqui: https://www.pinterest.com/verahl/livro-em-feltro-com-led/
A historinha contada no meu livrinho, basicamente é sobre a vinda de um bebê na família.
O exame positivo, a luz que virá, o quartinho preparado.
O nascimento do bebê, dar à luz, literalmente, e com o bebê no colo, sua mãe entoa cantigas de ninar.
O batizado, o nascimento pela água. Luz da vida. Jesus Cristo.
O aniversário e a magia das velinhas sendo sopradas.
A escola, e a luz do conhecimento.
A praia, com a luz do sol.
E o Natal, simbolizado pela árvore, brinquedos e a estrela que brilha.

Dia dos professores – Oficina de estamparia contemporânea – com Marilucia Guilen

Ser habilidosa não é ser criativa, porisso, colocar em prática,  idéias, pensamentos, fatos, atos, em algo novo, é um desafio.

Ao menos, atendo a ele, desafio, e encaro, de frente. Como se pudéssemos encarar de costas….

E, isso acrescenta no meu dia-a-dia, o equilíbrio, ou a tentativa de me equilibrar, ou reequilibrar.

Basta um simples olhar para verificar que as pessoas estão mais violentas, agressivas e, se não prestarmos atenção a essa verdade, se não fizermos nada para estancar esses sentimentos, ficamos reféns da raiva, ciúme, mágoas, ressentimentos. Se meu tempo vai passando, impiedosamente, ao menos que eu o utilize da melhor maneira.

A energia criativa é uma realidade. Ela existe em nós e precisa ser extravasada. Ela pode gerar trabalhos lindos, aproveitamento de materiais descartados, roupas customizadas, comidas saudáveis e, muito prazer. O prazer de poder transformar um pedaço de pano, um fio de uma meada, um ingrediente. De olhar o produto final e se orgulhar dele.

Meu lema sempre foi: “Prefiro fazer à comprar”. Em contrapartida, os sentimentos de expansão, de transformação criativa, encontram também barreiras. Em nós mesmos. Para aprender é preciso estar disposto a sair do comodismo, a enfrentar as dificuldades, a aceitar os erros e a amar os resultados, independente deles….rs

Ensinar é ato de todos nós. Mas, tirar de um aluno um resultado criativo é obra de mestre.

Mesmo para os que pensam que nada sabem fazer, ou  ensinar. A energia criativa é uma troca.

Aproveitar as técnicas para obter peças únicas é saber agregar conhecimento, fazendo com que o resultado seja verdadeiramente uma arte.

Única. Mesmo que façamos uma série….

Então é isso. Hoje, aprendi bastante, sem ter feito quase nada. Vim pra casa com uma idéia pela metade e já sei, penso eu, no que ela vai se transformar. E, esperar a próxima aula, chega ser tortura…

Hoje, ao menos, lembramos de cantar parabéns para Marilúcia Guilen, nossa professora, criativa, disposta, disponível e paciente… pelo dia de hoje.

Então, tenha mais paciência, trabalhe sua criatividade, saia do comodismo, use sua energia para poder converter em vontade de transcendência, de transformação criativa.

Tudo e todos agradecerão: saúde, família, amigos.

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Oficina de Estamparia Contemporânea – seda

Passo a passo

Demarcar no papel  a localização do vidro e do bastidor. 
Preparação da tinta com espessante.

Depositar as tintas preparadas e trabalhar com materiais diversos, tais como espátula, pincéis, palitos, dedos.

 

Depois de terminado o desenho, posicionar o bastidor e descer. (De uma vez e com fé….rsrsrsrs )

   
O desenho passando para a seda. 

 
A expressão de contentamento da Marilucia ficou uma graça.   

  
  
  
 Ainda poderia ser utilizado mais uma vez, ou trabalhado novamente no vidro. 
   
    
    
    
    
    
    
    
    
   

A toalhinha para refeições

O início: https://verahl.wordpress.com/2015/10/07/oficina-de-estamparia-contemporanea-estencil-ultima-parte-com-marilucia-guilen/

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Tecido pintado. Forro, linho. Meio, manta R1.

A sequência aqui: Tinha o material em casa. Forro, linho. Viés de algodão, comprado pronto. Justa

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Quilt livre à máquina.
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Colocação do Viés.
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Detalhe do zig zag para acabamento.
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Arremate invisível do viés, feito à mão.
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Parte de trás.
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Terminado. Já tem destino certo. Segredo….

Bolsa pronta – da estampagem à confecção.

A proposta foi estampar o tecido (algodão cru), depois de preparado, lavado, tirada toda a goma, sem qualquer adição de amanciante  etc e pintá-lo com os carimbos esculpidos em legumes. A escolha da maioria, foi a batata.

Estampado o tecido, dividido para os alunos, fiz a bolsa utilizando as técnicas de patchwork, como quilt de máquina, forração, colocação de mosquetão e fechos imantados.

Alças prontas. Reforço em cruz.

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Camisetas- unindo técnicas. Aqui Shibori -makiage.

A proposta foi usar a técnica shibori-makiage.

Shibori-makiage – uma técnica milenar de tingimento com reserva de tecido baseada em costuras e amarrações. Ponto de partida para referência: formas de frutas brasileiras.

Levei duas camisetas. Uma, comprei para a aula e outra, já fez alguns aniversários e eu não usava faz tempo.

A minha fruta foi o umbu. Como é uma fruta pequena, de caroço grande, fiz um molde bem grosseiro de um umbu cortado ao meio.

http://viajeaqui.abril.com.br/materias/umbu-fruta-de-resistencia 

E, risquei a camiseta branca na barra, na lateral esquerda e dispus alguns umbus para alinhavar.

Abaixo, o varal com as criações da turma.

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A vermelha é minha também. Fiz os alinhavos à volta da aplicação que já existia e Maria Cecília Herculano fez os outros alinhavos para mim. Ficou muito boa também.
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