Atualização um pouco desatualizada….

O dia começou com o carro não pegando. Então, correndo risco de vida (exagero), entrei em casa e, protegida pela porta do nosso quarto, pedi pro Magno me levar à missa. Faltava só 15 minutos…. (6h45)

Ele foi me levar e também me buscar. Deixei Suely sem carona…. Mas, avisei em tempo e, ela me chamou para ir tomar café e, já me esperava no D. Domitila. (Pertinho dos fóruns)

Segundo minha colega e amiga, (seu comentário no facebook foi este) Eliane Prado…. “Coisa feia fazendo fusquinha Dra.Vera Helena Vianna Nascimento“…. 

O que não é verdade… só porque fico com invejinha a semana toda, ela não pode ficar afirmando que estava fazendo de propósito…

su e eu

E, depois de tomarmos café, fomos para a OAB/Santos, para assistir o III Workshop de Direito de Família – Planejamento Patrimonial Familiar e Sucessório.

Dras. Eliane e Delcirene também foram. Será que era fusquinha pra mim? 

Eliane e Del

O Direito, dinâmico como é, não nos deixa alternativa. Estudar sempre e sempre. E ainda assim, não ficar por dentro de tudo, em tempo. 

Em tempo de levar um susto, com prazos modificados, com conceitos ampliados, com definições não tão definidas assim….

Tirando o atraso do início, praxe nesses eventos…  (o que deveria ser modificado….) e o exagero também nos elogios e apresentações dos palestrantes e componentes da mesa, particularmente gostei muito dos temas e apresentações.

Como moderador, o Dr. DR NELSON SUSSUMU SHIKICIMA. A Dra. DRA. KATIA BOULOS não pôde comparecer –

PERGUNTAS E RESPOSTAS Why?

“Quando a gente acha que tem todas as respostas, vem a vida e muda todas as perguntas”. (Luis Fernando Veríssimo)

Pegando um gancho aqui com o Luis Fernando Veríssimo, para começar a escrever do que não saberemos a resposta. E quem sabe?

Não podemos sequer conjecturar, porque a alma estava doente. Há tempos. As escolhas sempre foram equivocadas, tanto é que a última não pode ser considerada uma escolha e sim, uma falta de saída e uma facada em todos nós.

Não saberemos, acho eu, a gota d’água. Ainda porque sempre transbordou. Não era contida, era visceral. Mas, eu acreditava que fosse mais forte, mas era só uma menininha.

Viver sem a sua presença, não será o problema, porque não convivemos nos últimos 12 anos. Mas sabíamos onde encontrá-la e ela também a nós.

Viver sem a possibilidade da sua presença é a pergunta sem resposta. Por que? Quando foi que tomou a decisão? Qual o nível de solidão, de pressão, de falta de saída que a levaram a tomar essa atitude extrema?

Não poder fazer nada para modificar esse quadro, vai ser nossa dor maior…

Já escrevi anteriormente, Não sou uma chorona sem controle. Não sou carpideira. Não me descabelo à toa. Mas choro.

E, me arrependo de não ter feito mais. De não ter tentado mais. De não ter corrido o risco de continuar levando os nãos pela frente. De não ter tentado resgatá-la. De não ter tentado…

Se só me resta rezar então, rezo, rezarei, para que a infinita Misericórdia de Deus a alcance. É a nossa esperança, nossa fé, o significado, para nós, de Deus.

Imagem de Nossa Senhora de Fátima, chorando.NossaSenhora_de_Fatima_lagrimas