Da série: Já estive aqui.

Ontem fomos experimentar os sorvetes da Porto Gelato – gelateria italiana aqui perto de casa.

Não tinha sequer visto essa gelateria e mais, ela já existe desde dezembro….

Magno, Bia, Thais e eu fomos lá e experimentamos os sorvetes.

Gostei muito do limonge e não tanto, do mirtilo. Provei o avocado do Magno. Muitos sabores ainda para conhecer. Vou precisar passar lá algumas vezes.

Mas, enquanto tomava o meu sorvete, fiquei folheando esta revista TOP aí embaixo.

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E o artigo, assinado pelo Fabio Moon, que  entre outras indicações, fala sobre a maravilhosa  Chocolaterie de Jacques Genin.

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Na minha foto, estou filmando o lugar e na minha mesa já está meu mille-feuilles me esperando…

Vitor Ladaga, não dá pra esquecer, dá?

Indicação TOP. Duas vezes.

Jacque Genin

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À flor da pele

No meio das mesas, vendedores de biquinis, cangas, toalhas e redes, ele apareceu.

Humilde, dirigiu-se ao Igor e pediu, informando antes, que era sem compromisso. Só queria poder apresentar seu trabalho, queria apenas pintar um prato na nossa frente.

Igor permitiu.

Eu fiquei olhando meio de soslaio. Gosto dessa palavra….rs

E ele ajoelhou-se, ali, na areia, um prato cheio de pequenas porções de tinta, à guisa de palheta ou godê e começou a pintar com seus dedos.

A técnica é colocar cor e tirar o desenho, a paisagem. É talento. É sensibilidade. Os detalhes, as flores, as estrelas, os cisnes, a ponte em perspectiva, tudo com os dedos, uns paninhos e um palito de dentes.

As pessoas das mesas ao redor também vão olhando e eu fico cada vez mais constrangida olhando a maneira dele se posicionar. A praia de Crocobeach tem seguranças que ficam monitorando o pessoal que vende e passeia pelas mesas. Ele também ficou ali, olhando a pintura que vai surgindo no meio dos borrões e misturas de cores.

O artista pinta de cabeça baixa, mal olha para nós. Fui ficando emocionada e decidi que o prato ia ser meu.

Pinta, suja os dedos com outra cor, mistura, limpa os dedos na sua camiseta. Vira o prato e faz um detalhe ali, outro acolá. Uma estrela, um coqueiro, as flores. E termina.

Pergunto quanto é o prato. Esperava uns R$ 50,00 no mínimo. O preço, R$ 25,00. Digo, é meu.Igor diz pra mim, se você não comprasse, eu compraria. Magno diz, eu pago.

Ele sorri e pergunta meu nome e do Magno para escrever no prato. Pergunto o dele, Miguel. Ele escreve, coloca Fortaleza/Ce, assina e pede licença para se ausentar para longe de nós para poder passar o verniz em spray e vai em direção ao mar.

Igor repete que se eu não comprasse, compraria. Digo o mesmo. Eu pensei, se eles não comprarem antes, eu compro. Fiquei com vontade de chorar.

Enquanto esperávamos ficamos falando sobre a humildade dele e o talento. E que estávamos emocionados. Eu continuava querendo chorar. Igor disse o mesmo.

Ele voltou, apresentou o trabalho. Perguntei se podia tirar uma foto dele com o prato. Ele agradeceu, sorriu e posou para a foto.

Embalou o prato de forma a poder ir na mala sem borrar, com papelão e durex.

Ensinou-nos a usar lacre de latinha para fazer o ganchinho e pendurar com durepox. Garantiu que não desgruda. Ainda falou que usa muito para consertar sua moto.

E assim, o prato está aqui sem Santos. Ainda não pendurei na parede da cozinha, ao lado do prato de minha mãe. Lugar de honra.

Miguel, um artista no Ceará.

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Valorizando minha coleção de dedais.

A conversa começou assim, in box, no face:

“Vera como vc está?
pelas suas conversas vi q vc coleciona dedal
comprei um pra vc da rainha Vitória aqui em Londres
qdo retornar vc me passa seu endereço que te envio
espero que não tenha
Bjs.”

Nós nos conhecemos na Itália, já que não somos fracas não….rs….

E terminou hoje, assim:
E agora, numa gentileza muito grande, recebi estes mimos aqui:

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Não é demais? Nereide, muito obrigada! Amei de verdade! Sao lindos!

Tempo

Queria ter escrito tudo sobre a viagem que fiz para a Itália com a Telma, antes de voltar a viajar, mas isso não deu certo. Acumulou tudo.

Desde abril/2013 estou somente com uma faxineira e isso me transformou, novamente, na gata borralheira….

Desde janeiro/fevereiro /2013, sou também uma avó que larga tudo para ir vê-los, ficar com eles e não tenho pressa nenhuma para ir embora, para trabalhar, para arrumar a casa, enfim… meu tempo é deles.

Em maio/2013 fui pra Itália com Telma. Viagem deliciosa, companhia maravilhosa, divertida e companheira.

Mas, fomos obrigadas a voltar….

Então, num minuto, já estava embarcando, novamente, em outubro, para uma viagem com o Magno. Viagem programada há anos  e, que não saia do papel. Cada hora uma coisa. Mas, agora, aposentado, entre um contrato e outro, essa janela de meses aqui, nos espreitando…. e nos fazendo perceber que não podíamos mais ficar esperando o melhor preço, a estação predileta, a programação certinha.

Magno programou a viagem sozinho. Eu não tinha tempo de ficar com ele  escolhendo onde ir, ou escolhendo o itinerário, que dirá discutir o que poderia ou não me agradar.

Então, seguindo um conselho muito apropriado da Telma, diria até, sábio….rs deixei que ele se transformasse no meu personal viagem, cada dia me apresentando a surpresa que havia preparado.

E, num minuto também, já estamos de volta.

Entre o primeiro e o segundo minuto, 22 dias de viagem, sem nenhum problema mais sério, nenhuma dor, nenhum machucado, nenhuma coluna travada, enfim, tudo bem.

A viagem de maio, foi com a Agência de Viagens Europamundo, só Itália.

E com o Magnomundo, fiz percursos e visitas diferentes em vários pontos, revisitados com outro olhar. (Portugal, Espanha, França e Itália)

A diferença entre viajar por conta ou com um grupo em excursão é que pode-se perder tempo em procurar como ir, onde comprar, como chegar, mas, o tempo é nosso, de maneira pessoal.

Podemos ficar o tempo que quisermos sem neuras. Subi, com Magno em todas as torres e mirantes que não subi com Telma. Parei em todas as lojinhas, camelôs que resolvi parar.

Alugamos carro, viajamos de trem, fomos de ônibus.

Ficamos em hotéis bons, e em não tão bons assim, mas tudo nos divertiu, ao final.

Então, aos poucos, vou colocando aqui, minhas impressões.

Já estou louca pra viajar novamente.

Doença…rs

 

Lacinho origami/kirigami

O origami é a arte de dobrar papel.

O Kirigami é a arte de recortar papéis.

Este lacinho então, junta as duas artes. Origami e kirigami.

O lacinho xadrez, veio enfeitando um pacote de papéis que comprei numa loja no Aeroporto de Narita, no Japão. Desde então, eu o guardei mas não havia ainda aprendido a fazer.

Hoje ele desencantou.

Mas assim mesmo, fiz três, DO LADO CONTRÁRIO…

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Origamis no Japão.

Estou muito atrasada com o que gostaria de partilhar aqui. Com o fim do multiply realmente fiquei desanimada por conta de todas as postagem que, mutatis mutandis , apesar de ter recuperado muitos post, perdi.

Estou fazendo o backup das fotos do Iphone e do Ipad para o Skype Drive e me lembrei que queria fazer um post sobre os origamis que vi no aeroporto de Narita, no Japão.

Demorei para tirar fotos, porque nem sempre os lojistas permitem, mas, quando decidi perguntar se podia, já estávamos quase embarcando. Sem falar que a língua é incompreensível, tanto escrita, quanto falada…mas, Não é Não, em qualquer língua….. E gestos que significam SIM também e elas, as lojistas,  permitiram. Estes gestos são universais. Basta ver a mãozinha cortada, colocada embaixo das vitrines para entender que não é para colocar as mãos.

Só vi esta loja, depois de ter comprado, na livraria do aeroporto, um livrinho de “monstrinhos” em origami e revistas de patchwork e nem acreditei quando vi a loja especializada.

Comprei papéis especiais em Tóquio, uns maravilhosos no zoológico daquela cidade e, também no Monte Fuji, mas nada se compara à esta loja do aeroporto.

Ainda vou fazer um monte deles…

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Aeroporto de Narita.
Aeroporto de Narita.

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Comprei para fazer junto com meus netos. Aqui, (dezembro de 2012) eles não tinham nascido ainda (janeiro e fevereiro de 2013)…rs Eles ainda são pequenos para fazer junto comigo e eu não quero fazer sem que eles participem. Os dois, conhecem a avó fazendo origami todos os dias… tenho sempre uma surpresa… tcharam!

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Cada página aqui, já é um monstrinho.Não posso me dar ao luxo de fazer errado e perder o papel.

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Estes aqui, comprei no zoológico de Tókio.

Comprei também os ursinhos panda para os nenês. Fofos demais. São os que vc coloca a mão dentro e faz movimentos.

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Estes abaixo, MARAVILHOSOS, comprei na lojinha do Monte Fuji.

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Estação Milano Centrale – Viagem de trem entre Milão e Roma

Chegamos em Milão três dias antes da saída do nosso grupo, que sairia de Roma, no dia 22/05.

Nossas passagens de trem foram compradas aqui, com antecedência, e nós fomos um dia antes na Estação Ferroviária Milano Centrale para nos informarmos sobre o trem, plataforma, se precisávamos confirmar a passagem, etc.

A estação é muito bonita, cheia de lojas de grife, incluindo Zara. Percebemos logo que, como em todo mundo, sempre encontraremos pessoas mal intencionadas, aproximando-se de ‘mocinhas’ indefesas como Telma e eu..rs mas nós nos ‘livramos’ dos meninos em dois tempos… ufa!

Na estação, fomos também na loja da Tim, comprar chip’s para nossos telefones, para que pudéssemos nos comunicar, caso nos perdêssemos, etc.

Meu Nokia, VIvo, não aceitou chip, e comprei um celular…

Já Telma, com Claro e xing ling precisou apenas de um chip…. e eu ainda tive que ouvir gracinhas….. Magno iria adorar ver minha cara….

As fotos são da estação e depois, no trem, que chegou a 300km por hora.

Pontualidade, rapidez, conforto. Duas horas e quinze minutos e mais de 600km de distância.

 

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Via Brera

No segundo dia em Milão, depois de passearmos, descansarmos e fazermos compras no Carrefour express, nós nos arrumamos e Andrea nos ensinou como ir à Via Brera, descendo na estação de metro chamada Montenapoleone.

Em Milão, a famosa Via Brera, situada no quadrilátero da Moda, tem como peculiaridade, a Happy Hour.

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Em seus bares/restaurantes, as mesas ficam lotadas de pessoas que, assistindo o vai e vem das pessoas, saboreiam uma taça de vinho e salgados variados.

O preço da taça, varia entre 7/8 Euros e os salgados servidos à vontade.

Via Brera (1) Via Brera (2) Via Brera (6) Via Brera (8) Via Brera (9) Via Brera (10) Via Brera (11)

 

Vejam aqui:

https://maps.google.com.br/maps?q=Via+Brera,+Mil%C3%A3o,+Rep%C3%BAblica+Italiana&hl=pt-BR&ie=UTF8&sll=-23.86332,-46.290023&sspn=0.551965,1.056747&oq=Via+Brera&hnear=Via+Brera,+Milano,+Rep%C3%BAblica+Italiana&t=m&z=17

Tomamos nosso vinho e comemos salgadinhos, pene ao pesto, pizzas variadas, pãezinhos recheados, azeitonas, berinjelas, etc.

Muito gostoso.

 

Aqui, residência de Armani, amigo da Telma….Via Brera (12) Via Brera (13) Via Brera (14)

Quadrilátero da moda,  George Armani
Milão

 

Depois fomos visitar nosso amigo George Armani, mas ele não estava…  é o dono do quarteirão…rs

 

Inundação em Milão

Inundação em Milão – Sem fotos para registrar tal catástrofe….rs

Antes de viajarmos, Telma e eu conversamos, genericamente, como seria ficarmos 20 dias juntas. Isto é, dia e noite, almoço e jantar, mesmo quarto, mesmo banheiro, horários e passeios comuns….

Não é a mesma coisa que almoçar no SESC, tomar café, uma na casa da outra, ir ao Teatro, ou até trabalhar o dia inteiro em Bertioga, num dia comum,….rs

Então, brinquei sobre molhar o banheiro durante o banho, já que saio enxuta do box e não marco nem meu pezinho no piso….

Ela disse que também era assim. E falamos ainda, brincando, que deveríamos cutucar a outra se roncássemos, enfim, o que pode atrapalhar a convivência durante um período de viagem.

Então…. Telma foi tomar banho primeiro.

E, tudo bem, por conta do chuveiro estar mal direcionado na hora que ela ligou, e também por conta da altura do box, que é só um pouco acima da cintura, aconteceu, num hotel em Milão, uma inundação.

Restrita ao banheiro, mas inundação…

Não tem fotos da tragédia, mas tem muita risada para lembrarmos….

Milão – Duomo de Milão

Nosso primeiro dia em Milão  rendeu bastante. Depois de almoçarmos, fomos para o Hotel, descansamos uma meia-hora e fomos conhecer o centro de Milão.

Andrea, o funcionário do Hotel, super atencioso, nos ensinou como irmos até o Metrô, onde descermos e nós partimos para lá.

Logo no primeiro quarteirão, pedimos uma orientação para duas mulheres que vinham em nossa direção. Adivinhem! duas brasileiras: Fátima e salvo engano, Sueli.

Moram em Milão há nove anos. Deram as informações que pedimos e também seus celulares e se colocaram à nossa disposição se precisássemos de ajuda, etc. Muito legal.

A estação de metrô é perto e praticamente não havia muita gente nas ruas. Tudo tranquilo, não muito frio.

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Apesar de estar claro ainda, já era mais de 19h00 e a Duomo já estava fechada. Vimos só por fora. Que linda deve ter sido essa apresentação”

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Lindo pensamento.

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Dá pra ver a biquinha de água potável na rua. Em todo lugar tem água potável na Itália. Até nas torneiras dos banheiros!

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Cabeça de São João Batista.

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Detalhes da porta.

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