Camisetas- unindo técnicas. Aqui Shibori -makiage.

A proposta foi usar a técnica shibori-makiage.

Shibori-makiage – uma técnica milenar de tingimento com reserva de tecido baseada em costuras e amarrações. Ponto de partida para referência: formas de frutas brasileiras.

Levei duas camisetas. Uma, comprei para a aula e outra, já fez alguns aniversários e eu não usava faz tempo.

A minha fruta foi o umbu. Como é uma fruta pequena, de caroço grande, fiz um molde bem grosseiro de um umbu cortado ao meio.

http://viajeaqui.abril.com.br/materias/umbu-fruta-de-resistencia 

E, risquei a camiseta branca na barra, na lateral esquerda e dispus alguns umbus para alinhavar.

Abaixo, o varal com as criações da turma.

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A vermelha é minha também. Fiz os alinhavos à volta da aplicação que já existia e Maria Cecília Herculano fez os outros alinhavos para mim. Ficou muito boa também.
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Como posso focar?

Sentada aqui, no computador do quarto, olho em volta e não sei por onde começar. O certo, seria parar aqui e dar um jeito, uma solução.

Levantando os olhos, vejo um quadrinho de rosas em origami que preciso dar o destaque devido. Uma pintura em acrílico e  uma outra  desconstrução que também preciso pendurar.

Um envelope que fiz para embrulhar um presente que foi entregue em outra embalagem. Ele é grande e faz volume.

Olho pra esquerda e dou de cara com meu violão, no seu pedestal, de onde eu posso tirar e tocar sem me levantar daqui. O apoio para o pé, está ao alcance. Do pé.

Um pouco mais à esquerda, minha bagunça deste mês. Duas caixas organizadoras, grandes, com os novos brinquedinhos, que é como Magno chama meus acessórios para artesanato.

Daniele veio dos EUA e me trouxe as encomendas escolhidas a dedo. Incluíndo, dedais.

Tem placas para fazer texturas, e eu comprei então duas caixas de lápis de cor e cera, para incentivar os nenês.

Tem régua flexível, e ferrinho de passar as costurinhas de patchwork. (Não posso esquecer que é 110V e aqui, 220V)

Melhor deixar bem longe do alcance do Marcel, filho craque em queimar aparelhos de voltagem diferente da de casa….

Os acessórios precisam ser testados. Porisso, à essas caixas, estão duas outras, com papéis cortados e recortados para ver como fica. Tem corações de um milímetro.

Ah! Tem as petições para arquivar. Mas, falta concentração.

Então, decidi por onde começar, agora. Vou dormir mais cedo, porque amanhã é domingo, missa e piscina o foco escolhido.

Arrumações

Que dificuldade arrumar o quartinho dos fundos. Lá foram guardados, empilhados, despejados tudo aquilo que não queríamos mexer. Mas agora, antes que chamem a saúde pública, que comecem a achar que o mal cheiro vem de lá….. eu achei melhor tomar a frente e limpar a área.

É verdade que a bagunça maior é minha. Com as mudanças de escritório, desfazimento de sociedades porque minhas colegas passaram em concurso, casaram e resolveram não mais advogar, tudo o que é pasta, arquivo morto, petições e documentos antigos ficou como herança. Maldita, mas herança….

Mas há mais de um mês o quartinho vem sendo paulatinamente esvaziado dessas tralhas. Valdir pintou, Magno aceitou retirar os móveis que não quero mais manter, o computador antigo, ainda que funcione em rede e, bem, não mais nos levou lá pra trás. Todo mundo usa notebooks, e outros aparelhos mais modernos e ele ficou lá, tomando pó. Agora, já tem  destino certo, a casa da Yara, pra substituir seu anterior, que irá pro Victor, seu netinho.

Fora as CPU´s do Magno que insistia em manter lá para uma eventualidade. Não descobri qual, e ele acabou se desfazendo delas.

Rasguei papel hoje. Muito. Uma liberdade sem fim! Ufa! chega!

Ainda assim, falta muita coisa. Mas já vejo uma luz no fim do túnel, ou melhor, no fim do quartinho, que está ficando com uma cara boa. Quem sabe até passo a usar como atelier, um sonho acalentado há anos.