O gancho

Não.
Não é o Capitão Gancho.
É simplesmente um gancho de plástico de uns 10 cm.

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Comprei, aconselhada por minha amiga Regina Helena Figueiredo, para pendurar, na canoa, a garrafinha d´água.

Primeiro dia de uso, ótimo. Serviu muito bem à finalidade proposta. Minha garrafinha, apesar de passear pelo espaço onde o gancho podia se mexer, ficou à mão, não ficou no chão e não caiu. Também pude pendurar outras coisas junto, como meu óculos de natação.

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O terceiro vou levar para o escritório. Às vezes quero pendurar uma roupa, uma bolsa no banheiro, ou fios de algum equipamento, como carregadores e máquina fotográfica e não tenho como. Vou experimentar.

Depois, quando fui arrumar minha mochila para levar para a natação no SESC, tive a ideia de levar o outro gancho para colocar na porta do chuveiro.

Deu super certo. Não precisei ficar “tomando” conta das minhas coisas, um olho no chuveiro e outro na mochila ou nas minhas roupas, no banco.

Não molhou nadinha. Enfim, já fará parte dos meus equipamentos indispensáveis.

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Da bagunça ao atelier arrumadinho

Fato: Nada vai pro lugar se você não levar…

Nada muda, se você não mudar.

A reforma do quartinho foi feita. O que não queríamos mais, foi embora. – quase tudo-  porque ainda tem algumas coisas que não consegui dar fim.

Fui mudando de lugar as estantes, Thais me devolveu uma estante do meu primeiro escritório, meu sogro me deu a máquina de costura da minha sogra (eu tenho uma portátil, nova, mas a dela é pau-pra-toda-obra).

E, até o armarinho de remédios do consultório do meu pai, voltou pra mim. Quando minha mãe morreu,  José Eduardo e Kiko, meus primos pediram que eu vendesse o armarinho para o consultório deles – Ambos, cirurgiões plásticos. Eu não quis vender e doei para eles. Brinquei que, um dia, mais tarde, se eu quisesse fazer algum “reparo” rs ficaria por conta do armarinho….rs

Mas, além de ser patife de carteirinha, José Eduardo faleceu em 2000, e Kiko, agora, em agosto. Tia Lourdes, que ficou viúva há dois, e que antes tinha perdido também sua filha Thais;: está sozinha e, não quis se defazer de tudo, aleatoriamente.

Juntamente com o armarinho, mandou pra mim e pra minha irmã, muitas coisas lindas. De móveis à louça, de enfeites de Natal à televisão. Vamos cuidar com carinho de tudo o que ela doou em momento de tanta tristeza.

O armarinho vai ficar comigo.

Adoro as caixas para organizar o material de artesanato. Ainda vou comprar outras pra deixar tudo arrumadinho.

 

 

 

 

 

O atelier está ficando bem funcional.

Os dois bordados em cruz, foram feitos por mim, quando eu era bem pequena. Primeiros trabalhos que minha mãe guardava. Lavei, passei uma mão de termolina leitosa, recortei do tamanho do centro e eles estão agora, num lugar de honra.