Casa da vovó; Casa da tia Célia; Nossa casa.

Quarta-feira fui pra São Paulo para esperar retirarem o último objeto da casa da Tia Célia.

Célia, minha tia caçula faleceu dia 1º de dezembro de 2011.

Triste ver a casa ser aos poucos esvaziada e agora, com o final do inventário, só nos resta vendê-la.

Tirei fotos praticamente da casa inteira, menos do quintal e das laterais, porque estavam trancados os portões e eu tinha um compromisso com Maria Emília.

Não chorei enquanto fotografava, mas chorei agora, enquanto colocava a marca d’água.

Célia substituiu minha madrinha, minha mãe. Foi minha amiga e conselheira. Foi minha madrinha de casamento e fã dos meus filhos e até do marido também…. rsrs

Sinto falta de lhe telefonar, de ouvir sua voz forte me dando bronca, me elogiando, me dando conselhos, me acolhendo.

Agora, só saudade.

Ainda em ritmo de férias

Bem no meio do trabalho, tiramos 10 dias pra viajar. Passaram voando. Tem muita foto pra colocar, mas ainda não deu pra começar a escolher.
Aqui, comemoramos meu aniversário com meus amigos, filhos, noras, irmã, sobrinha, sogro e, até de madrugada estávamos ainda comendo e conversando. Nessa hora, mais conversando…rs
Subi cedo pra visitar minha tia Célia no hospital. É grave e estamos todos sofrendo a impotência de não podermos fazer nada mais do que rezar. Saímos angustiados do hospital, já que ela está consciente e não pode falar por conta de estar entubada, etc. Mas, a esperança é a última que morre e nós ainda acreditamos que ela possa superar essa doença.
Dormi a tarde toda, pondo em dia o sono perdido na viagem desta semana e por conta da farra aqui em casa. Lembramos nossas noites de jogos de caxeta até às 9h00 da manhã. Turma boa. A do Magno, da Mauá. Mauro Tadeu e Maria, aqui em casa até 2h00 e nenhuma foto…Amei os presentes e as presenças em igual intensidade.
Paz. passei uma borracha em assuntos que me escravizaram. Nem uma olhadinha, visitinha, passadinha, xeretadinha, curiosidadezinha me fazem clicar fora dos meus amigos, há meses. Águas passadas. 
Peito esvaziado de quaisquer sentimentos, quer bons, quer ruins sobre esse assunto. 
Não me causa mais nenhum mal estar.
Libertada daquela doença.