Documentos perdidos

Da saga não sei onde está minha carteira da OAB/SP….

Pois é. Não sei. Muitas bolsas, bolsinhas, carteiras, mochilas e, pronto…. Também não procurei. Simplesmente peguei a carteira brochura e por enquanto, estamos resolvidos.

Mas sei onde estão as carteiras de identidade de algumas pessoas, só não sei quem elas são. Estes documentos estão afixados no hall da Basílica de Santo Antonio do Embaré, aqui em Santos.

Se alguém os conhecer, avise que estão lá.

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Arrumações

Que dificuldade arrumar o quartinho dos fundos. Lá foram guardados, empilhados, despejados tudo aquilo que não queríamos mexer. Mas agora, antes que chamem a saúde pública, que comecem a achar que o mal cheiro vem de lá….. eu achei melhor tomar a frente e limpar a área.

É verdade que a bagunça maior é minha. Com as mudanças de escritório, desfazimento de sociedades porque minhas colegas passaram em concurso, casaram e resolveram não mais advogar, tudo o que é pasta, arquivo morto, petições e documentos antigos ficou como herança. Maldita, mas herança….

Mas há mais de um mês o quartinho vem sendo paulatinamente esvaziado dessas tralhas. Valdir pintou, Magno aceitou retirar os móveis que não quero mais manter, o computador antigo, ainda que funcione em rede e, bem, não mais nos levou lá pra trás. Todo mundo usa notebooks, e outros aparelhos mais modernos e ele ficou lá, tomando pó. Agora, já tem  destino certo, a casa da Yara, pra substituir seu anterior, que irá pro Victor, seu netinho.

Fora as CPU´s do Magno que insistia em manter lá para uma eventualidade. Não descobri qual, e ele acabou se desfazendo delas.

Rasguei papel hoje. Muito. Uma liberdade sem fim! Ufa! chega!

Ainda assim, falta muita coisa. Mas já vejo uma luz no fim do túnel, ou melhor, no fim do quartinho, que está ficando com uma cara boa. Quem sabe até passo a usar como atelier, um sonho acalentado há anos.