Novo arranjo.

Projetos. Acho que tenho uns mil perambulando na minha cabeça, e a prioridade é aquele que der certo primeiro…

Tenho caixinhas com tsurus de todos os tamanhos, guardadas.

caixinha

E, vontade de fazer arranjos com eles. Sempre. O psicólogo teria vasto material para analisar, se eu quisesse ser analisada….

Como tenho tendência a não jogar nada fora e sou bagunceira nata também, é um grande risco andar por aí, vendo tanta possibilidade…. De folhas de palmeira a galhos, de papéis à caixas de embalagem, tudo é probabilidade….

Esta semana, depois da missa das 7h00, eu já havia observado vários arranjos florais que dali a pouco iriam pro lixo…. e, para meu sofrimento, presenciei o Frei Eduardo desmanchando e jogando fora, enquanto rezávamos o terço.

Eu havia tirado foto de Nossa Senhora um pouco antes e quando acabamos de rezar faltava somente tirarem o galho que estava atrás dessa imagem . Pensei, ele é meu.

Nossa Senhora

Pedi para o Frei Eduardo que gentilmente me deu. Trouxe pra casa e hoje, e montei este arranjo:

Arranjo

A base de cerâmica, foi presente da Neuza, corretora da Portoseguro, Nova Vitória, numa oficina  de Ikebana. A agÊncia nos brindou com uma oficina de arranjos, na primeira comemoração do dia internacional da mulher quando eu fui nomeada coordenadora da Comissão de Mulher Advogada de Santos. Estava lá, vazia.

E aqui está a minha obra prima.

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Se Pigmaleão disse para a sua estátua: –Parla!

Eu digo para meus tsurus: –“Voem”!

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Aqui a história de Pigmaleão: http://eventosmitologiagrega.blogspot.com.br/2011/07/pigmaleao-e-profecia-auto-realizavel.html

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Rosas são rosas, são rosas, são rosas….

Quase uma mania. Fazer as rosas Kawasaki, (Origami Kawasaki Rose)

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Várias maneiras de se chegar às marcas dobradas necessárias para fechá-las.

Mas no site da Chrissy, Paper Kawaii, achei a maneira mais didática e, pronto, fiquei viciada em dobrá-las.

Já fiz várias, de vários tamanhos, usando papéis diferentes.

Importados, rígidos, mais leves, pequeninos, maiores, enfim, se encontro um papel diferente, ao invés de começar um tsuru, ou uma caixa, ou uma tulipa, lá estou eu, começando mais uma rosa.

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Encontrei minhas fotos…rs

Milhares de fotos. Ainda bem que, virtuais. ou não… Não tenho cacife para mandar imprimir todas as que tirei desde 2005….

O multiply acabou e eu achava que muitas fotos dos meus trabalhos em artesanato tinham se evaporado com ele. Mas, num drive de um computador antigo, estavam todas salvas lá. Viva!

Então, para quem me pediu o passo a passo do porta níquel em origami de tecido, aqui estão as fotos.

Aqui tb um que fiz pra Marta Vanderbilt.

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Curso de Histórias contadas com origamis – 3ª aula.

Mais uma aula deliciosa com Irene Tanabe no UmaPaz no Ibirapuera.

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livro livro1 livro2 livro3 livro4 livro5 livro6 livro7 livro8 livro9 livro10 livro11 trevo 4 folhas trevo 4 folhas1 trevo 4 folhas2 by verahl trevo 4 folhas4 trevo 4 folhas5 trevo 4 folhas6 trevo 4 folhas7 trevo 4 folhas8 trevo 4 folhas9Depois desses origamis aqui, fizemos a divisão em 5 grupos e nos divertimos fazendo os origamis e contanto a história.

Fiz o papel de vovô da história abaixo:

O grande rabanete Tatiana Belinky

O grande rabanete
Tatiana Belinky
    Esta história que eu vou contar aconteceu lá na fazenda onde meu avô morava. Ele era um homem muito bom. Nas horas vagas ele cuidava da horta. Todos os anos, o vovô plantava muitos tipos de verduras. Ele gostava de uma em especial, o rabanete. Vocês gostam de rabanetes? Experimente com sal: É uma delicia!
    Um dia, o vovô saiu para a horta e plantou rabanetes. As sementes brotaram e um dos rabanetes cresceu, cresceu e ficou grandão…
     Ele quis arrancar o rabanete para comer no almoço, junto com toda sua família. Foi para a horta e começou a puxar o rabanete. Puxa – que – puxa e nada do rabanete sair da terra. Como estava difícil, o vovô chamou a vovó, que também gostava de rabanete para ajudar a puxar o rabanete. A vovó segurou no vovô e o vovô segurou no rabanete e… Puxa – que – puxa e nada do rabanete sair da terra.
    Minha vovó chamou então minha prima Lulú que estava passeando na fazenda para ajudar a puxar o rabanete. Lulú segurou na vovó, a vovó segurou no vovô e o vovô segurou no rabanete e… Puxa – que – puxa e nada do rabanete sair da terra.
    A Lulú chamou o Totó, seu cachorrinho, para ajudar a tirar o rabanete da terra. O Totó segurou na Lulú, a Lulú segurou na vovó, a vovó segurou no vovô e o vovô segurou no rabanete e… Puxa – que – puxa e nada do rabanete sair da terra.
    Totó chamou o gato que também era muito seu amigo para ajudar a puxar o rabanete. O gato segurou no Totó, o Totó segurou na Lulú, a Lulú segurou na vovó, que segurou no vovô que segurou no rabanete. E nada do rabanete sair.
    Então, o gato chamou o rato para ajudar a puxar, o rabanete. O rato segurou no gato, o gato segurou no Totó, que segurou na Lulú, que segurou na vovó, que segurou no vovô que segurou no rabanete e… Ploft! Finalmente conseguiram arrancar o rabanete da terra!
    Nesse momento, o rato que foi o último a ajudar falou: Eu sou o mais forte!
    Naquele dia, todos sentaram juntos no almoço e comeram o rabanete, que era tão grande que deu para todos e ainda sobrou um pouco para a minhoca que morava na horta e para todos nós que acabamos de ouvir esta história.
Mensagem: uma tarefa irrealizável por uma só pessoa torna –se possível com a colaboração de várias forças. 
Os outros grupos tiraram histórias mais difíceis de interpretar.
A nossa foi muito gostosa de fazer e o grupo conseguiu transmitir a mensagem da União faz a força.

 

Lacinho origami/kirigami

O origami é a arte de dobrar papel.

O Kirigami é a arte de recortar papéis.

Este lacinho então, junta as duas artes. Origami e kirigami.

O lacinho xadrez, veio enfeitando um pacote de papéis que comprei numa loja no Aeroporto de Narita, no Japão. Desde então, eu o guardei mas não havia ainda aprendido a fazer.

Hoje ele desencantou.

Mas assim mesmo, fiz três, DO LADO CONTRÁRIO…

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CURSO DE HISTÓRIAS CONTADAS COM ORIGAMIS. 2ª aula

2ª aula

Irene é muito criativa. O filminho desta semana, foi este aqui

http://youtu.be/81ZtwpUxUT0

Imagem Pacote de presente.

Pacote de presente feito com envelope pronto.

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Avião Bumerangue
Enrolar as extremidades do avião para ele ir e voltar. Dica:
Jogar o avião em 45º.

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Dinâmica do Tsuru
A cada etapa da dobra o participante passa para a pessoa da
esquerda e recebe da direita.
Trabalhar a Aceitação e o Desapego

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Caixa para fazer o Jogo da Memória Tátil

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Dinâmica do cubo
Ensinar a unidade, cada um escreve a inicial do nome. Criar
palavras com a letra e o grupo inventa uma história com essas
palavras.

A nossa ficou engraçadíssima…
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Borboleta e a lata dos sentimentos.

Lata de Sentimentos (Autora: Monica Guttmann, Editora
Evoluir) – pedir aos participantes para escreverem sentimentos
difíceis ou sobre um determinado tema. Em seguida ensinar a
dobrar um origami e colar na parte externa da lata.

Colocar para fora esses sentimentos é um exercício e tanto.

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Histórias engraçadas.

CURSO DE HISTÓRIAS CONTADAS COM ORIGAMIS.

Bia me mandou um e-mail sobre um curso de histórias contadas com origamis, no Parque do Ibirapuera, no Umapaz. Esse polo de educação ambiental pertence à Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente de São Paulo. (http://blogdaumapaz.blogspot.com.br/2014/02/curso-de-historias-contadas-com.html)

Fiz minha inscrição e a dela também. Fui chamada e ela ficou na lista de espera.

 A Professora Irene Tanabe. Muito tranquila, engraçada, foi nos levando às dobras de maneira simples, com muita delicadeza. Participamos de  uma dinâmica com uma história contada por cada um dos participantes, tirando de uma caixa, um origami feito às pressas por todos nós.

Fizemos um crachá e nos apresentamos, como em todo curso que se inicia.

Depois com histórias e materiais recicláveis (jornal, palitos de madeira, papel sulfite, passamos as três horas da primeira aula com o saldo abaixo:

Uma pazinha de jornal. A professora conta que deixa várias dessas pazinhas na portaria de seu prédio para que seus vizinhos levem para recolher a cáca dos seus pet’s.

Irene prontamente enviou apostila com a aula e nossas dobraduras, endereços de lojas que vendem papéis especiais, etc.

Amei.

Não vejo a hora de chegar quinta-feira…

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Cruzes em origami

Achei linda a cruz que a Sandra M. Gobart ensina no youtube.

Fiz três com papéis que comprei no Japão.

São cinco módulos iguais. Um pouquinho de cola e o resultado é muito bom.
Os papéis floridos, comprei na Daiso, em Tóquio.
E o que imita marchetaria, comprei na lojinha no Monte Fuji.

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Espírito Santo, Vinde!

Fiz há algum tempo, uma mandala em origami.

Aqui o passo-a-passo e a origem dos diagramas que aprendi com outras aficcionadas : https://verahl.wordpress.com/2012/07/30/origami-mandala-e-espirito-santo/

Nesta semana,  aguardando que nosso Papa fosse escolhido, fiz esta aqui, para presentear uma pessoa muito querida, pedindo ao Espírito Santo que dirigisse a escolha dos Cardeais,

para que a Igreja Católica não ficasse acéfala por muito tempo. Não demorou muito e foi eleito nosso novo PAPA: Francisco – Francisco I- O  Cardeal Argentino Jorge Mario Bergoglio.

Gostei dele desde o primeiro minuto. Humilde. Tenho certeza que será um PAPA formidável.

Quanto à mandala, fico impressionada como podemos fazer coisas lindas dobrando uma folha de papel.

Possibilidades infinitas.

Espírito Santo

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Projeto mil tsurus terminado

Sinceramente pensei que fosse conseguir fazer os tsurus em menor tempo. Claro que se eu não trabalhasse fora, não tivesse meus compromissos, não cuidasse da casa, da família, etc, creio que teria terminado antes.

Em 21 de dezembro escrevi este post aqui: https://verahl.wordpress.com/2012/12/21/projeto-mil-tsurus/ e nele conto que estava dobrando ao menos, 10 por dia.

Levem em conta que tivemos as festas de Natal e final de ano, nossas férias forenses terminaram dia 07 de janeiro, meu sogro ficou internado na UTI vários dias, Leonardo nasceu.

Fiz os mil tsurus, terminando-os hoje, dia 10 de fevereiro. Para todos, fiz meus pedidos.

Para cada um deles são necessários 26 movimentos, ou seja, 26 dobradas.

Para cada dobrada, fazemos umas duas ou três confirmações para frisar bem. Sem contar tais confirmações, é certo que fiz pelo menos 26 mil movimentos. E para cada um deles terminado, falei meus pedidos e desejos de paz para que o pássaro pronto, soubesse para qual objetivo ele foi dobrado e levasse esse desejo para o monumento pela paz, em Hiroshima.

Separei os tsurus assim:Imagem

Chamei Raquel para me ajudar a contar e tive a ajuda da Daniele Carletti, mulher do meu filho Alexandre.

foto (4)

Separamos os mil tsurus em pacotes.

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Eles serão enviados para a Praça da Paz no Japão, ou seja, para the Peace Memorial Park, com desejo de Paz para todo o mundo, em homenagem à menina chamada Sadako Sasaki, que morreu de leucemia 10 anos após o bombardeio atômico de Hiroshima, sem conseguir completar os seus mil tsurus.

http://www.city.hiroshima.lg.jp/shimin/heiwa/crane.html

Paper Cranes and the Children’s Peace Monument

Visitors to Peace Memorial Park see brightly colored paper cranes everywhere. These paper cranes come originally from the ancient Japanese tradition of origami or paper folding, but today they are known as a symbol of peace. They are folded as a wish for peace in many countries around the world. This connection between paper cranes and peace can be traced back to a young girl named Sadako Sasaki, who died of leukemia ten years after the atomic bombing.

Sadako was two years old when she was exposed to the A-bomb. She had no apparent injuries and grew into a strong and healthy girl. However, nine years later in the fall when she was in the sixth grade of elementary school (1954), she suddenly developed signs of an illness. In February the following year she was diagnosed with leukemia and was admitted to the Hiroshima Red Cross Hospital. Believing that folding paper cranes would help her recover, she kept folding them to the end, but on October 25, 1955, after an eight-month struggle with the disease, she passed away.

Sadako’s death triggered a campaign to build a monument to pray for world peace and the peaceful repose of the many children killed by the atomic bomb. The Children’s Peace Monument that stands in Peace Park was built with funds donated from all over Japan. Later, this story spread to the world, and now, approximately 10 million cranes are offered each year before the Children’s Peace Monument.

Sending paper cranes

Anyone may place paper cranes to the Children’s Peace Monument in Peace Memorial Park. However, if you are unable to come to the park, we will be happy to offer your cranes to the monument on your behalf. Please send your cranes to the following address. In addition, we would like to enter your name and message for peace into the Paper Crane Database. In this way, your desire for peace will be recorded for posterity. For this purpose, please fill out this registration formand send it back to us with your paper cranes.Peace Promotion Division
The City of Hiroshima
1-5 Nakajima-cho Naka-ku,
Hiroshima 730-0811 Japan

Paper Crane Database

Sadako and the Paper Cranes –Message of Life Transcending Time

Click here for detailed information from the special exhibit about Sadako Sasaki that was on display in the Hiroshima Peace Memorial Museum from July to December 2001.

Children’s Peace Monument

The Children’s Peace Monument is also called the “Tower of a Thousand Cranes”, for many thousands of folded paper cranes are offered there all through the year. The origin of the monument can be traced back more than four decades.
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