Origamis no Japão.

Estou muito atrasada com o que gostaria de partilhar aqui. Com o fim do multiply realmente fiquei desanimada por conta de todas as postagem que, mutatis mutandis , apesar de ter recuperado muitos post, perdi.

Estou fazendo o backup das fotos do Iphone e do Ipad para o Skype Drive e me lembrei que queria fazer um post sobre os origamis que vi no aeroporto de Narita, no Japão.

Demorei para tirar fotos, porque nem sempre os lojistas permitem, mas, quando decidi perguntar se podia, já estávamos quase embarcando. Sem falar que a língua é incompreensível, tanto escrita, quanto falada…mas, Não é Não, em qualquer língua….. E gestos que significam SIM também e elas, as lojistas,  permitiram. Estes gestos são universais. Basta ver a mãozinha cortada, colocada embaixo das vitrines para entender que não é para colocar as mãos.

Só vi esta loja, depois de ter comprado, na livraria do aeroporto, um livrinho de “monstrinhos” em origami e revistas de patchwork e nem acreditei quando vi a loja especializada.

Comprei papéis especiais em Tóquio, uns maravilhosos no zoológico daquela cidade e, também no Monte Fuji, mas nada se compara à esta loja do aeroporto.

Ainda vou fazer um monte deles…

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Aeroporto de Narita.
Aeroporto de Narita.

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Comprei para fazer junto com meus netos. Aqui, (dezembro de 2012) eles não tinham nascido ainda (janeiro e fevereiro de 2013)…rs Eles ainda são pequenos para fazer junto comigo e eu não quero fazer sem que eles participem. Os dois, conhecem a avó fazendo origami todos os dias… tenho sempre uma surpresa… tcharam!

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Cada página aqui, já é um monstrinho.Não posso me dar ao luxo de fazer errado e perder o papel.

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Estes aqui, comprei no zoológico de Tókio.

Comprei também os ursinhos panda para os nenês. Fofos demais. São os que vc coloca a mão dentro e faz movimentos.

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Estes abaixo, MARAVILHOSOS, comprei na lojinha do Monte Fuji.

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Arrumações

Que dificuldade arrumar o quartinho dos fundos. Lá foram guardados, empilhados, despejados tudo aquilo que não queríamos mexer. Mas agora, antes que chamem a saúde pública, que comecem a achar que o mal cheiro vem de lá….. eu achei melhor tomar a frente e limpar a área.

É verdade que a bagunça maior é minha. Com as mudanças de escritório, desfazimento de sociedades porque minhas colegas passaram em concurso, casaram e resolveram não mais advogar, tudo o que é pasta, arquivo morto, petições e documentos antigos ficou como herança. Maldita, mas herança….

Mas há mais de um mês o quartinho vem sendo paulatinamente esvaziado dessas tralhas. Valdir pintou, Magno aceitou retirar os móveis que não quero mais manter, o computador antigo, ainda que funcione em rede e, bem, não mais nos levou lá pra trás. Todo mundo usa notebooks, e outros aparelhos mais modernos e ele ficou lá, tomando pó. Agora, já tem  destino certo, a casa da Yara, pra substituir seu anterior, que irá pro Victor, seu netinho.

Fora as CPU´s do Magno que insistia em manter lá para uma eventualidade. Não descobri qual, e ele acabou se desfazendo delas.

Rasguei papel hoje. Muito. Uma liberdade sem fim! Ufa! chega!

Ainda assim, falta muita coisa. Mas já vejo uma luz no fim do túnel, ou melhor, no fim do quartinho, que está ficando com uma cara boa. Quem sabe até passo a usar como atelier, um sonho acalentado há anos.